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Ontem à noite no “Fantástico”, tivemos mais um capítulo da “novela”, “Quem matou Isabella”?
O repórter Valmir Salaro, entrevistou o pai e madrasta da menina assassinada. Se eles foram os assassinos, eu não sei, e nem quero saber, que a polícia e a justiça cuidem e resolvam esse triste caso. O que eu sei, é que o ser humano é muito mórbido e adora uma desgraça alheia.

criado por Duca Reis
12:44:03
Aproveitei o feriado e assisti “Kirikú e a Feiticeira”. Essa animação em cores, do diretor francês, Michael Ocelot, é baseada num conto da África Ocidental sobre uma aldeia que sofre com as malvadezas da feiticeira Karabá e tem no pequeno Kirikú, uma esperança contra as forças do mal.
Na aula da última sexta-feira, assistimos alguns minutos dessa bela história, e aproveitamos para debater alguns pontos interessantes.
Kirikú nasceu numa aldeia dominada pelo medo. Medo da poderosa e maligna, Karabá. Essa feiticeira havia secado a fonte, roubado os ouros e comido todos os homens que a enfrentaram. O clima na aldeia era de resignação, nada poderia ser feito. Até mesmo, o Contador de Histórias da aldeia, que com sua experiência, deveria ter fé, era pessimista. Mas Kirikú era corajoso e perseverante. Apesar de pequeno, ele era grande, e não sossegaria até descobrir porque Karabá era tão mal. Com sabedoria, Kirikú salvou seu tio, e um grupo de crianças das garras da feiticeira. Sendo que essas crianças após serem salvas, não seguiram os conselhos do pequeno herói e tiveram que serem salvas novamente. Mesmo ajudando a aldeia, Kirikú, não era bem tratado por todos. Ninguém agradecia sua valentia. Kirikú não se conformou que a fonte estava seca, afinal eles podiam viver sem o ouro, mas não sem água, e foi até lá tentar descobrir como a feiticeira fez isso. Ele descobriu que tinha um elefante bebendo a água, impedindo que ela chegasse até a fonte. O menino matou o elefante e obteve êxito para desespero de Karabá.
QUEM NÃO VIU E NÃO QUER SABER O FINAL, FAVOR PARAR POR AQUI. MAS QUEM QUISER SABER O RESTO DA HISTÓRIA, SEGUE ABAIXO.
Kirikú continuava sem entender o motivo da ruindade de Karabá. Sua mãe, disse que o único que poderia responder essa pergunta era o Sábio da Montanha Proibida, que na verdade era avô de Kirikú. A criança resolveu ir ao encontro do Sábio, mesmo sabendo que a feiticeira não permitia a ida para a Montanha Proibida. Para escapar das sentinelas da princesa, a mãe de Kirikú levou-o escondido até uma determinada parte do caminho, depois era com o menino. Com astúcia e coragem, Kirikú, enfrentou vários animais perigos, como um Gambá e um Javali, e conseguiu chegar a Montanha Proibida. Seu avô recebeu-o e respondeu suas questões. O Sábio explicou que a feiticeira era mal, porque em suas costas estava cravado um espinho envenenado, e que ela não devorava os homens e não colocou o elefante dentro da gruta. Mas como o pessoal da aldeia acreditava nessas histórias, Karabá não desmentiu, pois quanto mais medo, mais poderosa ela ficava.
Ao invés de partir para uma vingança contra a feiticeira, o menino resolveu ajudá-la. Ele retirou o espinho e Karabá perdeu seus poderes e deixou de sofrer. Kirikú pediu um beijo para a ex-feiticeira e ao receber se transformou num homem. Eles foram até aldeia e foram mal recebidos. Ele porque ninguém o reconheceu e ela por causa de todo mal que tinha feito. A mãe do ex-menino reconheceu Kirikú, então à aldeia permitiu a permaneça dele, mas não a de Karabá. Kirikú disse que não podia viver sem Karabá. Então, o Velho Sábio da Montanha chegou carregado por vários homens. Esses homens eram aqueles que supostamente tinham sido comidos por Karabá. O Sábio explicou que na verdade, ela os tinham transformado em objetos obedientes, e que, quando Karabá foi libertada do mal, os homens também foram libertados. E tudo acabou bem nesse épico, que discute temas importantes como o perdão e a solidariedade, a coragem e a determinação, fé e perseverança. Um filme educativo para todas as idades.

criado por Duca Reis
12:18:08E por falar em seminário, vale ressaltar a qualidade do primeiro mini-seminário apresentado. O Grupo 1 estudou e nos mostrou as diferenças jornalísticas de duas importantes revistas semanais, “Veja” e “Carta Capital”. O grupo analisou as edições em que a renúncia de Fidel Castro era a capa de ambas. Embora, a “Carta Capital” pende levemente para o lado de Fidel, a “Veja” foi responsável por um jornalismo tendencioso e parcial, que ao invés de relatar os fatos, emitiu uma opinião que de nada tem de jornalística. Ao invés de procurar os dois lados, preferiu defender um lado, e vergonhosamente, entrevistou um preso político, que está em tratamento na Espanha, para falar sobre o que achava do governo de Castro. Era evidente que ele iria falar mal!
Quero deixar claro, que não morro de amores pelo ex-presidente cubano, mas o papel do jornalista é informar e contar a história, baseando em todos os lados, independente de sua simpatia, deixando para os leitores a interpretação dos fatos.

criado por Duca Reis
23:10:23Aproveitando este espaço, quero agradecer a meu grupo, pela apresentação do mini-seminário da última sexta-feira. Abordamos a responsabilidade da mídia televisiva no dia 15 de maio de 2006, o dia em que o medo paralisou São Paulo. Entrevistamos a jornalista Fátima Souza, que na época estava trabalhando na Rede Record, e que foi a primeira profissional, em meado dos anos 90, a divulgar a existência do PCC. E por fim, conseguimos realizar um ótimo debate com a classe sobre o papel da televisão naquele inesquecível dia.
Agora é se preparar para o seminário de junho, no qual o fantástico livro de Geroge Orwell, “1984” será o tema central.

criado por Duca Reis
22:48:18
Após reunião realizada no último sábado, nosso grupo achou por bem mudar o tema do mini-seminário, que será realizado no próximo dia 11. Ao invés de desenvolvermos um trabalho sobre Mídia e Medo, iremos abordar o PCC e a Mídia. Vamos debater o papel da mídia nos atentados de 2006.

criado por Duca Reis
22:22:48