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O Gênio
Charles Chaplin foi um dos maiores gênios de Hollywood. No Brasil também é conhecido como Carlitos. Chaplin foi uma das personalidades mais criativas da era do cinema mudo; ele atuou, dirigiu, escreveu, produziu e eventualmente financiou seus próprios filmes.
Nascido em Londres, em 16 de abril de 1989, Charlie Chaplin subiu ao palco pela primeira vez aos 5 anos, em 1894, quando representou no music hall diante de sua mãe, que lhe ensinou a cantar e a representar. Ainda criança ele esteve de cama por duas semanas devido a uma séria doença quando, à noite, sua mãe sentava-se na janela e representava o que acontecia fora de casa.
De acordo com registros de imigração, ele chegou aos Estados Unidos da América com a trupe de Fred Karno, companhia de comédia-pastelão, em 2 de outubro, 1912. Em 1919, fundou o estúdio United Artists.
Apesar de filmes falados terem se popularizado em 1927, Chaplin resistiu a usá-los até o final da 1930.
O Grande Ditador (The Great Dictator, 1940) foi o seu primeiro filme com falas. Foi, também, uma afronta a Adolf Hitler e ao fascismo que reinava na época. Foi filmado e lançado nos Estados Unidos um ano antes da entrada do país na Guerra. O posicionamento político de Chaplin sempre foi esquerdista. Vários de seus filmes seguiram essa tendência, principalmente Tempos Moderno (1936), que foi uma crítica à situação da classe operária e dos pobres em geral.
Chaplin ao dizer que iria viajar para a Inglarerra, em 1952, foi ameaçado que seus bens iriam ser tomados pelo governo. Quando resolveu retornar aos EUA foi proibido pelo Serviço de Imigração, com a cassação de seu visto, devido a acusações de "atividades anti-americanas". Charlie decidiu-se então por permanecer na Europa, escolhendo morar na Suíça.
Sua primeira nomeação ao Oscar foi em 1929, ano do primeiro Oscar. Chaplin havia sido nomeado como melhor diretor de comédia e melhor ator em The Circus, mas a Academia de Hollywood decide desconsiderar e dar-lhe um prêmio especial pela "versatilidade e excelência na atuação, roteiro, direção e produção". Seu filme O Grande Ditador (1940) recebeu nomeações como melhor filme, melhor ator, melhor roteiro e música original, mas não foi premiado. Assim como Monsieur Verdoux (1948), indicado como melhor roteiro. Em 1952, Chaplin ganhou o Oscar de melhor música em filme dramático por Luzes da Ribalta (Limelight), de (1952). Em razão das perseguições da época de sua realização este prêmio só pode ser recebido em 1972, junto com talvez a sua maior premiação. Em 1972, ainda no exílio, havendo muita expectativa nesta premiação, pois não se sabia se seria permitida sua re-entrada nos EUA, ele volta aos Estados Unidos pela última vez, para receber um prêmio especial da Academia pelas "suas incalculáveis realizações na indústria do cinema", se tornando uma das maiores aclamações na história do Oscar, onde Chaplin foi aplaudido por mais de cinco minutos, em pé por todos os presentes.
Seu último filme foi A Countess from Hong Kong, de 1967.

criado por Duca Reis
16:34:23
Na última sexta-feira chegou ao fim à disciplina Mídia e Poder, do curso de Pós-Graduação de Comunicação Social da Faculdade Cásper Líbero.
Foi um semestre bem gostoso de cursar, tanto pelas boas amizades que eu fiz, quanto pela qualidade do curso.
Ótimos seminários, bons debates e uma aula bem dinâmica, conduzida pelo excelente Prof. Dimas, nos deram uma melhor visão sobre a influência da mídia na sociedade.
Aos alunos que tem Comunicação Jornalística como área de especialização, recomendo cursarem esta disciplina.

criado por Duca Reis
14:55:52O paraibano Assis Chateaubriand criou e dirigiu a maior cadeia de imprensa do país, os Diários Associados: 34 jornais, 36 emissoras de rádio, 18 estações de televisão, uma agência de notícias, uma revista semanal (O Cruzeiro), uma mensal (A Cigarra), várias revistas infantis e uma editora.
A estréia no jornalismo aconteceu aos quinze anos, na Gazeta do Norte. Dedicou-se então Chateaubriand ao jornalismo, escrevendo no "Jornal Pequeno" e no veterano "Diário de Pernambuco". Em 1917, já no Rio de Janeiro, colaborou no "Correio da Manhã", em cujas páginas publicaria impressões da viagem à Europa, em 1920.
Em 1924 assumiu a direção de O Jornal - o denominado "órgão líder dos Diários Associados" - e já, no mesmo ano, consegue comprá-lo graças a recursos financeiros fornecidos por alguns "barões-do-café" liderados por Carlos Leôncio (Nhonho) Magalhães, e por Percival Farquhar que Chateubriand, alegadamente, teria recebido como honorários advocatícios. Substituiu artigos soníferos por reportagens instigantes e deu certo. A partir daí começou a constituir seu império jornalístico, ao qual foi agregando importantes jornais, como o Diário de Pernambuco, o jornal diário mais antigo da América Latina, e o Jornal do Comércio, o mais antigo do Rio de Janeiro. No ano seguinte, Chatô arrebatou o Diário da Noite, de São Paulo. Nessa altura, já tinha o jornal líder de mercado na maioria das capitais brasileiras.
A ascensão do império jornalístico de Assis Chateaubriand deve ser entendida no quadro das transformações políticas do Brasil durante as décadas de 1920 e 1930, quando o consenso político oligárquico e fechado da República Velha, centrado em torno da elite agrária de São Paulo, começou a ser contestado por elites burguesas emergentes da periferia do país; não é uma coincidência que Chateaubriand tenha apoiado o movimento revolucionário de 1930, que levou Getúlio Vargas ao poder, assim como durante toda sua vida tenha fanfarroneado a sua condição de provinciano que chegou ao centro do poder como uma espécie de bucaneiro político. A ética quase nunca constava da sua estratégia empresarial: chantageava as empresas que não anunciassem em seus veículos, publicava poesias de seus maiores anunciantes em seus diários e mentia descaradamente para agredir os inimigos.
Não obstante sua amoralidade assumida, Assis foi um empresário genuíno, com espírito inquieto e empreendedor, sempre adquirindo novas tecnologias para os Diários Associados, foi assim com a máquina Multicolor, a mais moderna máquina rotativa que se tinha noticia, e cujo o grupo de Chateaubriand foi o 1º e único a possuir por longo tempo, e foi assim também com os serviços fotográficos da Wide World Photo, esses serviços possibilitavam uma transmissão de fotos do exterior com uma rapidez muito maior do que possuía qualquer outro veículo nacional. Foi assim também com a publicidade, grandes contratos de exclusividade para lançamento de produtos com a General Eletrics, e para o Pó achocolatado Toddy, cujos anúncios estavam sempre nas paginas de seus jornais e revistas. Além disso, a moda dos anúncios em jornal pegou e nas páginas dos jornais dos Diários Associados apareciam anúncios sobre modess e cheque bancário, itens que na década de 1930 eram revolucionários.
Publicou mais de 11870 artigos assinados em seus jornais dando oportunidades a escritores e artistas desconhecidos que depois virariam grandes nomes da literatura, do jornalismo e da pintura, dentre eles Graça Aranha, Millôr Fernandes, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Cândido Portinari, entre outros.
Com o tempo Chateaubriand foi dando menos importância a seus jornais e se focando em novas empreitadas, como o rádio e a televisão. Na década de 1960 os jornais atolavam-se em dívidas e trocavam as grandes reportagens por matérias pagas. Foi assim, com esse espírito de vencedor, empreendedor, às vezes sem muita ética, mais temido do que amado que Assis Chateaubriand fundou e ruiu em dividas (advindas das novas tecnologias importadas) com o maior império das telecomunicações no país. A sua única obra que ficou para a posteridade foi o Museu de Arte de São Paulo (MASP), com uma coleção privada de pinturas de grandes mestres europeus que ele havia sabido adquirir a preços de ocasião na Europa empobrecida do Pós-Segunda Guerra Mundial (em aquisições por vezes financiadas a base da chantagem de empresários brasileiros), coleção esta que o presidente Juscelino Kubitschek havia tido o bom senso de, durante seu governo, colocar sob a gestão de uma fundação, em troca de auxílio governamental ao pagamento de parte da astronômica dívida do condomínio associado.
Em 10 de agosto de 1967, Assis Chateaubriand entregou ao Magnífico Reitor da Fundação Universidade Regional do Nordeste (hoje UEPB), Prof. Edvaldo de Souza do Ó, o primeiro acervo do Museu Regional de Campina Grande, localizado em Campina Grande - PB. O acervo foi chamado de "Coleção Assis Chateaubriand, com 120 peças. A partir daí o museu passou a ser chamado de "Museu de Artes Assis Chateaubriand".
Em 1968 morria Chateaubriand, velado ao lado de duas pinturas dos grandes mestres: um cardeal de Velázquez e um nu de Renoir, simbolizando, segundo seu protegido, o arquiteto italiano e organizador do acervo do MASP Pietro Maria Bardi, as três coisas que mais amou na vida: O poder, a arte e a mulher pelada. Morreu também com seu império se esfacelando e com o surgimento do reinado de Roberto Marinho.
O Condomínio Acionário das Emissoras e Diários Associados é em seu conjunto o 6º maior grupo de comunicações do país. Tendo como carro chefe cinco jornais em grandes cidades do Brasil, líderes em suas respectivas praças (dos 15 que ainda restam).
Foi um dos homens mais influentes do Brasil nas décadas de 40 e 50 em vários campos da sociedade brasileira. Foi dono de um império jornalístico – os Diários e Emissoras Associadas –, que começa a se formar no final dos anos 30 e chega a reunir mais de cem jornais, revistas, estações de rádio e de TV. Pioneiro na transmissão de televisão brasileira, cria a TV Tupi em 1950.
Durante o Estado Novo, consegue de Getúlio Vargas a promulgação de um decreto que lhe dá direito à guarda de uma filha, após a separação de sua mulher. Nesse episódio, profere uma frase célebre: “Se a lei é contra mim, vamos ter que mudar a lei”. Em 1952 é eleito senador pela Paraíba e em 1955 pelo Maranhão, em duas eleições escandalosamente fraudulentas. É temido pelas campanhas jornalísticas que move, como a em defesa do capital estrangeiro e contra a criação da Petrobrás. Funda o Museu de Arte de São Paulo em 1947. Com o suicídio de Getúlio Vargas, assume a cadeira 37 da ABL- Academia Brasileira de Letras. Trabalha até o final da vida, mesmo depois de uma trombose ocorrida em 1960, que o deixa paralisado e capaz de comunicar-se apenas por balbucios e por uma máquina de escrever adaptada.
Deixou os Diários Associados para um grupo de 22 funcionários, atualmente liderados por Paulo Cabral de Araújo.
FONTE: WIKIPÉDIA

criado por Duca Reis
13:56:27Cidadão Kane é considerado por grande parte da crítica especializada como o maior filme da história até o momento. Esta obra é dirigida e estrelada por Orson Welles, que na época tinha 25 anos, e que já era famoso por suas narrações radiofônicas, em especial, a polêmica narração de A Guerra dos Mundos.
Este filme, embora Welles negava, é supostamente baseado na vida do magnata do jornalismo William Randolph Hearst e conta a história de Charles Foster Kane, um menino pobre que acaba se tornando um dos homens mais ricos do mundo. O filme inicia com a sua morte, onde pronuncia a palavra Rosebud, que acaba levando um jornalista à investigar a vida de Kane para descobrir o sentido da palavra. Entrevistando pessoas do passado de Kane, o jornalista mergulha na vida de um homem solitário, que desde a infância é obrigado a seguir a vontade alheia. Todos ao seu redor não se importam com Kane, que busca através da aquisição de bens e pessoas buscar a infância perdida.
Cidadão Kane marcou sua época devido às inovações. O filme começa com o protagonista já morto, mudando-se a cronologia dos fatos e pela primeira vez, a cenografia mostra o teto dos ambientes.
O filme foi indicado ao Oscar nas categorias de melhor ator protagonista (Orson Welles), melhor direção de arte preto-e-branco, melhor fotografia preto-e-branco, melhor diretor, melhor montagem, melhor trilha sonora, melhor filme e melhor som, e venceu na categoria de melhor roteiro original.

criado por Duca Reis
17:28:34
Rupert Murdoch
O empresário australiano naturalizado norte-americano, Keith Rupert Murdoch é o presidente e o diretor-geral da News Corporation, maior conglomerado midiático do mundo, controladora dos estúdios de cinema e dos canais de TV paga, FOX, das operadoras de TV por assinatura SKY e DirecTV, do jornal "New York Post", dentre outros.
Rupert Murdoch nasceu em Melbourne,Austrália em 11 de março, 1931. Ele cresceu na Austrália, e estudou na Universidade de Oxford, no Reino Unido. Ele herdou de seu pai (Sir Keith Murdoch) o jornal australiano chamado "The Adelaide News".
Murdoch adquiriu alguns dos mais populares jornais, na Austrália, no Reino Unido e nos Estados Unidos.
Para expandir ainda mais seus interesses de televisão nos Estados Unidos, o poderoso Murdoch se tornou um cidadão americano em 1985. Ao longo da década de 80 sua empresa News Corporation continuou a crescer rapidamente, adquirindo jornais, revistas, livros, estações de televisão, cinema e muito mais.
O efeito que Rupert Murdoch teve sobre a indústria dos meios de comunicação e entretenimento é maciça. Ele criou um império, garantindo posições importantes em todos os meios de comunicação social de vários países. O magnata continua a empurrar sua empresa News Corporation e está tentando abrir o caminho para o lucrativo mercado chinês, que tem, até agora, estado fora do alcance de empresas de mídia ocidentais.
Sem sombra de dúvida, podemos afirmar que, Rupert Murdoch, é hoje, o REI DO MUNDO!!!

criado por Duca Reis
11:14:29